
O Projeto
Usina multissubstrato em Monte Alto — expansão escalonada, stack tecnológico integrado, alinhamento com a estratégia brasileira de biometano.
Do que se trata
Monte Alto é uma cidade no Estado de São Paulo, inserida em um cluster agroindustrial com alta disponibilidade de resíduos da agricultura e da indústria de transformação. Desenvolvemos ali uma usina de biometano que processa uma mistura diversificada de resíduos disponíveis regionalmente — vinhaça, bagaço, torta de filtro, resíduos orgânicos da agricultura e da agroindústria.
A implantação ocorre em duas fases: na primeira fase a usina inicia com uma capacidade média de processamento; em uma segunda fase posterior é expandida até o escopo-alvo completo.
Ancorada na região. Os substratos vêm da região, as obras vão para empresas regionais, a logística é local — e o produto final (biometano e biofertilizante) retorna aos ciclos regionais de abastecimento e de geração de valor. O que a usina gera permanece no raio de atuação da microrregião de Monte Alto. As oportunidades concretas que isso abre para fornecedores de substrato, prestadores de serviços de construção, logística, compradores e a cidade no local estão detalhadas na página Para a Região.
Em resumo
Usina e tecnologia
Processamento multissubstrato com condução de temperatura adaptada, stack tecnológico digital integrado para gestão de substratos e controle da logística.
Conhecer a usina →Expansão em fases
Duas etapas — Fase 1 com capacidade média sobre infraestrutura geral completa, Fase 2 como ampliação modular sobre base pré-instalada.
Saiba mais →Para a Região
O que o empreendimento significa para fornecedores de substrato, empresas de construção, logística, compradores e a cidade de Monte Alto no local — cinco grupos de atores, de forma concreta.
Oportunidades no local →Lógica de fases da expansão
Marco regulatório
O projeto está inserido no marco regulatório brasileiro para biometano, em particular a Lei dos Combustíveis do Futuro (Lei 14.993/2024) com sua estratégia de mistura obrigatória de biometano e o Programa PNBB (Programa Nacional do Biometano).
Os licenciamentos junto aos órgãos brasileiros competentes (CETESB, ANP) serão conduzidos ao longo do desenvolvimento do projeto. Uma posterior adesão ao RenovaBio com certificados CBIO está prevista como opção — em função da evolução do mercado e do esforço de certificação.
